À tempos venho tentando voltar a escrever no blog, mas confesso que um dos motivos pra ter me afastado é por causa do layout velho que precisava ser trocado, mas me faltava algo pra correr atrás de fazer isso. Em grande parte acho que isso acontecia porque eu era muito apegada à ele (o layout), parece bobo, mas ele era o menino dos meus olhos. Foram tantos anos idealizando um blog legal onde pudesse descarregar meus pensamentos, e depois meses e mais meses pra conseguir fazer o código do blog. Ta ele era cheio de bugs que me irritavam e desanimavam, mas foi uma satisfação tão grande quando consegui fazê-lo praticamente sozinha que a simples idéia de tirá-lo me entristecia. Mas antes de ontem, um amigo disse que tinha lido todos os textos do blog, que tinha gostado e me incentivou a voltar a escrever. Isso simplesmente deu um up no meu ego e na vontade de escrever. E se era pra voltar, porque não com uma cara nova? Foram quase dois anos com o blog sempre do mesmo jeito, mas o tempo passa e algumas idéias e gostam acabam mudando. Resolvi então experimentar o novo. Algo que acredito que ainda tenha a minha cara e sem dúvidas mais bem feito (não é algo que se diga:”nossa! É a 8ª maravilha do mundo! Mas vá...). E afinal de contas eu sou uma estudante de designer gráfico ou não sou? Mas parando pra pensar o layout antigo do blog não é a única coisa ao qual eu sou (no caso daqui, era) muito apegada. Já falei isso uma vez, mas acho que tenho a síndrome do esquilo, eu me apego tanto à objetos inúteis que chego a ficar com dó de jogar fora, aí guardo inúmeras miudezas que poderiam ter um destino bem melhor. Isso de se apegar demais à bens materiais é um negócio complicado, sejam eles brinquedos de quando você era criança, papéis de bala até roupas. Porque afinal tem vezes que a gente não consegue se livrar dessas coisas? Pelo menos na maioria das vezes depois de alguns anos você acha essas coisas velhas guardadas e fica se perguntando porque cargas d’água ainda tava guardando aqui, e então você dá aquela faxina de férias nas coisas velhas. O problema maior, porém, é quando a gente se apega demais a pessoas e sentimentos. Eu confesso que sofro desse mal. E isso nem sempre é uma coisa boa, porque quando você se apega muito fácil às pessoas você meio que se torna dependente demais delas, e com qualquer dois dias de ausência ou sem se falarem você começa a pensar milhões de coisas mirabolantes pra isso estar acontecendo.... Enfim, acho que já passou da hora deu começar a me desapegar de tantas coisas inúteis e sem importância que nada acrescentam na minha vida além de espaço ocupado e coisas bagunçadas, e desapegar um pouco daquelas pessoas e sentimentos que fazem tanto mal pra gente... Acho que já dei meus primeiros passos, e pretendo dar muitos ainda. Mas e você? Já promoveu algum tipo de desapego hoje? (:
P.S: Um obrigada especial ao Doxxi por todo o incentivo e ter me feito voltar a me animar com o blog. (: P.S: prometo que vou tentar aumentar essas letras miúdas...
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Copia? Morre ù_u. =P~
Lilian, 19 anos, alta desde pequena, universitária, estudante do 6º período de design gráfico, quase desperiodizada.
Ama mundos mágicos e seus Potter's. Mas livros de modo geral são sua paixão. Leginária de caretirinha, amante da música e do cinema.
Não acredita mais tão convictamente em contos de fada mas não perdeu a esperança completamente.
Taurina das mais teimosas. Tem gênio forte.
Adora sonhar.
~Voltando às origens
Devaneio, s.m. Ato de devanear; sonho; fantasia; delírio; divagação; quimera.