13 Outubro, 2009

Devia ser sonho afinal... E quer saber? Já to cansada desses amores platônicos... Quer dizer, não tenho certeza se essa seria a denominação correta, pois isso me lembra o diálogo de um certo Anônimo Incógnito com um tal de Einstein. Talvez fosse só uma obsessão platônica... Mas obsessão ou amor platônico, já estou cansada deles.
Por que é tão difícil afinal arranjar um namorado?? amor pra vida toda também serve
Sabe, eu só queria ter pelo menos uma vez na vida alguém que me amasse (família e amigos não contam aqui). Alguém com quem eu pudesse implicar e fazer cafuné, alguém que não ligasse se eu telefonasse no meio da noite quando bate aquela insônia, alguém que me achasse linha mesmo descabelada ao acordar ou mulambenta no dia de fazer faxina. Alguém que com só um sorriso pudesse derreter todo o meu mau humor. Alguém que fizesse meu coração bater mais rápido cada vez que me olha-se e fizesse minhas pernas banbearem. Alguém que estivesse comigo em todos os momentos, bons e ruins, e que estivesse sempre disposto a me dar carinho.
Sério, é pedir demais alguém assim?
As pessoas às vezes me falam que o problema é que eu escolho demais, mas o que elas não entendem é que eu simplesmente não tenho nem o que escolher! Assim, não tenho mesmo (a não ser que conte o fato de querer distância de bêbados). Mas sério, eu não sou tão bagulho assim sou?
Então porque é tão difícil encontrar alguém que ache o mesmo? Sei que isso é meio emo, mas por causa dessas coisas às vezes eu me acho a última bolacha do pacote, a cumbuca que nunca encontrará uma tampa.
Outra dia um amigo meu ficou indignado por eu ainda ter essas “paixonites”. Mas pensa comigo, quando nunca se teve alguém e de repente parece que alguém está mostrando interesse por você, é tipo se joga. Você acha que está perdidamente apaixonada por aquele cara que te manda olhares que fazem suas pernas tremerem e que tem um sorriso que te deixa deslumbrada. Mas aí você acorda. É pecado gostar de alguém, mesmo que esse alguém não goste de você? Ok, não que eu goste disso, mas às vezes acontece, é a vida, fazer o que?
E é por essas e outras que eu me pergunto por que eu simplesmente não consigo encontrar alguém que me ame de verdade...
Poxa, eu sou legal, lavo, passo, cozinho e to cheia de amor e carinho acumulado, mas ta difícil viu?! :/

Sonhado por Lilian às 16:14 | |

08 Junho, 2009

Que seja verdadeiro.

Quando Murphy te persegue incansavelmente e de repente ele parece tirar uma folga, você se agarra como cola permanente a aquele fiozinho de esperança.
Depois de uma vida de decepções e aquele sentimento emo depressivo de que ninguém te ama, ninguém te quer, de repente não mais que de repente tudo parece mudar por causa de apenas um olhar. Mas não um olhar que só passa por você, um olhar que te enxerga. Que pára e volta. Um olhar que de uma hora pra outra te faz suspirar e não ver o tempo passar. Um olhar significativo que te trás esperança.
Sabe aquela coisa boba de filme de amor à primeira vista? Pois é. Mas acredito eu que também seja à 2ª, 3ª, 4ª...
É engraçado como só um olhar faz você imaginar o mundo mais laranja, além de sonhar coisas que sabe-se Deus se um dia vai acontecer...
Mais de repente, dói só imaginar que tudo não passa de fruto da nossa imaginação...
Então por favor, nem pense em levantar da platéia e gritar "1° de abril!", ou eu juro que mato. u.u

Sonhado por Lilian às 13:31 | |

20 Março, 2009

É engraçado as coisas que acontecem de vez em quando.
Ontem mesmo foi um dia eu diria, estranho. Todo mundo que tem que andar de ônibus por obrigação ou diversão (nunca se sabe...) já presenciou coisas estranhas, engraçadas, ou até mesmo inusitadas. E ontem foi exatamente um dia desses pra mim.
Estava eu à caminho da facul toda feliz fazendo um lírio de origami pra passar o tempo, quando senta então um rapaz no lado oposto do ônibus uns 2 bancos pra trás. De vez em quando eu gosto de ficar imaginando o que as pessoas estão pensando, e essas coisas, é divertido, tentem qualquer dia desses. (: O negócio é que ele parecia tá olhando eu brigar com o papel pra lembrar como fazia o lírio. E lá foi minha imaginação fluindo imaginando que o rapaz tava mesmo vendo eu fazer o origami e que depois ele levantava e me entrega um colorido.
Bem, não foi exatamente um colorido, mas não é que na hora que ele levantou pra saltar do ônibus ele passou e me deu um lírio de origami igual ao que eu tinha feito! o.O mas bem acabado, e num papel melhor digasse de passagem


a prova!



Foi meio bizarro admito, mas que eu fiquei vermelha e fiquei feliz pelo cavalheirismo não estar extinto, a eu fiquei! {:
é melhor do que pensar que ele fez só pra dizer algo tipo "aprende a fazer origami menina!" :roll:
E no fim do dia ainda, um veterano do 4º período veio puxar assunto comigo do nada no ônibus (sempre :P) e a gente veio no maior papo até chegar no terminal, e isso durou quase 1h e meia porque o transito fica uma graça às 6:30 da tarde voltando da capital... e isso porque em mais de um período eu nunca tinha falado com ele... :~

Foi um dia estranho, mas eu gostei. (:
Esse tipo de coisa a gente só vivência em ônibus mesmo... :P

Sonhado por Lilian às 19:32 | |

14 Março, 2009

Eu me decepciono fácil. Muito fácil. Podem me chamar de criançona e rancorosa, o fato é que tem hora que não dá simplesmente pra ignorar a atitude das pessoas.
Sempre fui uma pessoa com poucos amigos, amigos com quem falo de [s]quase[/s] tudo então eu conto nos dedos, mas independente disso pra mim amigo é sempre amigo. Amigo não é colega. E de amigos a gente (ou eu pelo menos) sempre espera compressão, companheirismo, preocupação e outras coisas mais e quando isso não acontece você pensa: "pombas, tem alguma coisa errada.".
Mesmo que eu não conheça algumas pessoas à tanto tempo assim às considero como meus amigos, afinal é com elas que eu passo quase todos os meus dias e com quem eu vou provavelmente vou passar pelo menos os próximos quatro anos. E sabe quando você sente que não tem ninguém ligando muito pra você? Pois é.
Ok, é normal eu me sentir deslocada no meio da maioria das pessoas, eu sou estranha e normalmente não me encaixo no meio do povão, eu simplesmente me arranjo da melhor maneira que consigo, mas chegar ao ponto em que as pessoas simplesmente ignorarem o fato de você "pertencer ao grupo delas" e ter que ficar sozinha com um professor diferente sem dizer nem um "Poxa, que pena que você não vai ter aula com a gente..", ou não estar nem aí pro fato dela ter que almoçar sozinha porque ninguém tava a afim de esperá-la, ou não ligar pro fato de que só por um acaso ela não fosse ficar 4h sozinha olhando pro tempo esperando por uma aula que não teria, e coisas assim simplesmente não dá pra aguentar. De vez em quando essas coisas simplesmente explodem dentro de você, em mim então nem se fale...
Eu sei que tudo isso parece meio infantil, mas isso me chateia pra caramba, me deixa com raiva e à ponto de chorar. E eu preciso desabafar de vez em quando em algum lugar ou com alguém que não seja meu travesseiro...só isso.
É só uma pena (das grandes) que às pessoas com quem eu mais adoraria conviver todos os dias morem tão longe ou simplesmente não estudem no mesmo lugar que eu... :/

Mas como disse a Lala, a raiva passa e semanas melhores sempre vem. Pelo menos é isso que eu espero. E que a decepção vá embora junto com a raiva e tudo mais...

[...]

Sonhado por Lilian às 22:22 | |

06 Março, 2009

É sempre a mesma história...

...Nessas férias eu vou estudar, vou sair, viajar, conhecer o mundo e blá³. Mas nunca acontece. Não estudei pra variar nem pro inglês e nem pra faculdade, é eu sei, irresponsável, preguiçosa... Eu realmente não fiz nem a metade do que pretendia nessas férias, e reclamei em quase todos os dias que tava com tédio. Eu sou uma pessoa chata e reclamona, meus pais e aqueles com quem consigo conversar às vezes que o digam... :~ Mas sei lá... isso é ruim por um lado, mas não é o fim do mundo. Ainda.
Pelo menos eu ainda tô em tempo de fazer meu curso de inglês (acho) e minha facul que ainda tá no começo valerem à pena. Acho que só o que me falta é um incentivo. Algo ou alguém pra me cobrar e não me deixar desanimar...

Depois de três meses em casa praticamente vagabundando e vendo todos os episódios de Avatar possíveis, filmes e seriados finalmente minha aulas voltam na terça. Senti falta. Das aulas, do tempo vago, dos lugares e principalmente das pessoas. Vai ser bom voltar a estudar. (:
E que esse semestre me traga coisas boas...


P.S: Viu Milla?! Não levei 4 meses pra atualizar hauhaua
P.S: E eu descobri nas férias que One Tree Hill é viciante, fato. Mas não é a única, tb tem Bones, House, The Big Band Theory... :roll: Abençoada seja a tv à cabo =B

Sonhado por Lilian às 18:44 | |

08 Fevereiro, 2009

De volta aos devaneios. (:


Porque eu simplesmente precisava vir aqui dizer que tô feliz.

Yeaaahh!! Comentários acumulados nunca mais!! Tudo graças à Kaone!! *esmaga e morde*
Brigadão de coração por me ajudar! O blog e sua dona agradecem. Muito.
Mas eu tive que postar todos os comentários de novo, mas quem se importa?

E eu pretendo postar aqui com mais frequência agora. Prometo. Tempo pelo menos eu ainda tenho de sobra, só não sei sobre a criatividade...Talvez eu venha a escrever textos estranhos, talvez eu venha contar do meu dia, talvez eu venha chorar pitangas. Quem sabe?

O que importa é que os devaneios estão de volta. Sem hora marcada pra aparecer, mas com certeza por aí, prontos pra dar o ar da graça.

(:

Quer suspiro??

Sonhado por Lilian às 21:46 | |

01 Outubro, 2008

Eu tinha prometido pra mim mesma que ia postar no dia seguinte ao começo das aulas. Eu juro que tinha. Mas se passou o primeiro dia, o segundo, o primeiro mês e tamo quase indo pro segundo. Mas voalá! Eu vim finalmente! (ouve-se um aleluia ao fundo)

Cara, a universidade é suuuuuuuuper supimpa demaisdaconta!


Braço não muito fotogênico na Ufes.


O primeiro dia é sempre inesquecível. Cheguei às 6:30 da matina (só depois descobri que nossos veteranos iam chegar só às 8:00 ¬_¬). Ou seja, abri os portões da Ufes. Depois o povo todo começou a chegar e nós tivemos direito até a café da manhã! Mas era só pra amaciar a gente, porque depois da lhe andar de elefantinho pelo Cemunidor nas costas total!, ficar torrando no sol e ser de novo pintados. E assim seguiram as duas primeiras semanas de aula. Num dia desfile com lindos crachás tamanho A3, no outro desfile das divas e dos Juninho play, no outro bora carregar tudo no baldinho?? Show de calouros também não pode faltar! Mas no dia do super herói o Chapolin preferiu ficar na sombra. :~ E como esquecer dos nossos ovos filhos estilizados?? Dá até saudade do Arnold...Sacola de pão na cabeça? Não brigada, dá fobia. E o nariz de palhaço com chapéu de festa?? Um luxo!
Mas aí acabaram as semanas de pré-trote já? :roll:. Depois disso a pressão psicológica rolou solta por mais quase um mês. E acontece que no fatídico 11 de setembro (coincidência ou não, também fazia 1 mês exato de aula :~) eis que nossos queridos veteranos surgem "muito calmamente" na aula de história nos informando que tava na hora do trote. E depois dos calouros trocarem de roupa é só "alegria". Tome esmalte super bem passado na unha, batom escuro, muita tinha, muito violeta no cabelo e na cara (adooooro sobrancelha violeta). Ah fazer elefantinho vendado é tenso! Jogaram na gente água de peixe, batida de alho, lama do mangue (com direito a mini caranguejos), dentre outras coisinhas nojentas que eu prefiro nem saber o que era. E eu nem caí de boca na melancia (sem maldade pessoal u.u), porque meu estômago não ia agüentar mais nada. Depois ainda teve o juramento pra manter viva a tradição e claro, tivemos que pedir dinheiro no sinal limpinhos do jeito que estávamos. o/
Tem que ter um estômago de aço pra agüentar aquilo. (Y)
Mais super valeu a experiência, até porque semestre que vem nossos calouros nos aguardem! >)
E depois de passado o trote as coisas finalmente acalmaram. Mas não totalmente. Deveres atrasados, projeto enrolado, necessidade acompanhada duma preguiça sem tamanho de bater um papo com Aristóteles, Platão e Descartes... e tale coisa, e coisa e tale...
Mas vez ou outra ainda sobra um tempinho entre as aulas pra juntar a galera pra bater aquele papo (agora que já teve a calourada então, papo é o que não falta). Por falar em calourada o que teve de derrame e gente perdendo seu caneco Não pensem besteira, é que foi calourada ecológica, nada de copo descartável u.u não tá no gibi. Recorde de gente no hospital das calouradas de DI. (o pior de tudo é que eram todos meus amigos :~) E eu disse que era pra tomar porre de Coca-cola mais ninguém me ouve...u.u
Mas enfim...a vida de universitária continua, ainda tem muita coisa pra vir por aí! o/
E eu finalmente não tô me sentindo mais tão isolada lá, é uma sensação tão boa quando você parece ter finalmente encontrado um grupo de pessoal com o qual você se identifica mais e se sente bem em estar perto...(:
E eu acho que já chega porque eu já escrevi demais, e isso super tá parecendo um diário mais enfim...



P.S: Essa desorganização com o meu tempo tá me matando. Ô saudade daquele tempo livre de férias... --'
P.S²: Te odeio haloscan! u.u

Sonhado por Lilian às 19:04 | |

09 Agosto, 2008

Fim de férias. Ou o que a falta de um título decente não faz.

Engraçado que às vezes a gente espera tanto por uma coisa, que quando ela finalmente chega a gente começa a sentir medo. Será que é porque o desconhecido se aproxima? É talvez. Mas não é exatamente sobre isso que eu queria falar. Na verdade queria falar sobre esses sete meses de puro tédio férias.
Ok, acho que eu to sendo um pouco exagerada. Minhas férias não foram puro tédio, uma grande parte pode até ter sido, mais não tudo. Fiz muita coisa que queria fazer, além de ter descoberto outras paixões.
Em abril finalmente conheci São Paulo e as três paulistas e a carioca que eu mais lovo nesse mundo todo! *esmaga* E ah claro! O Bob’s da Paulista também! Como esquecer dele?? Ainda nessa viagem descobri um lugar mágico chamado Liberdade e me apaixonei ainda mais pela arte de fazer origamis. *-* (eu tenho até estoque de papel agora :X )
Descobri que nunca se deve ir de salto pra um aeroporto ainda mais quando você não sabe andar bem com um. (acredite, isso render boas histórias)
Descobri também que pintar quadrinhos de madeira é uma coisa muito divertida de fazer além de ajudar a passar o tempo. Com tanto tempo livre pude dar uma melhorada nos meus hábitos de leitura que andavam fraquinhos nos últimos tempos e ainda tive a sorte de conhecer uma série de livros maravilhosa Edward, bite me now! que por sinal devo falar aqui sobre ela em breve. (: E isso me faz lembrar que eu andei dando uma melhorada nas coisas que faço no PS, além do que, novos recursos são sempre bem vindos.
Sei que eu tinha prometido pra minha mesma que ia dar uma melhorada no meu inglês (mesmo que eu não tenha parado de fazer o curso), que ia aprender a tocar violão decentemente, que ia fazer exercícios e mais uma renca de coisa, mas nem tudo são flores né?! Sei que tive tempo, mas sei lá, simplesmente não consegui, a preguiça é feia depois de tanto tempo parada...
Sei que podia ter aproveitado minhas longas férias (que por sinal só vão ser tão longas de novo sendo otimista, daqui uns 5 anos) muito mais, mais quer saber? Não me arrependo das coisas que eu fiz durante elas, e ponto. Ta que eu não fiz tudo que queria fazer, mas eu to feliz oukay?! u.ú
E que venha segunda a tortura, os pré-trotes, o trote, a semana calórica, a comida do RU, o 507 lotaaaaaado, os meus horários bizarros, os coleguinhas pinguços ¬¬ felizes e tudo mais que eu tenho direito! Eu quero mais é ser universitária meo! :D

Sonhado por Lilian às 14:01 | |

09 Junho, 2008

Digame como andas...

Eu sou aquele tipo de pessoa que gosta de reparar nas outras pessoas. Mas antes que vocês pensam algo errado sobre mim, não sou daquelas que gosta de ficar reparando nos outros pra criticar nem nada, na verdade é bem o contrário. Gosto de reparar nos estilos diferentes das pessoas.
Fico simplesmente admirada quando vejo pessoas diferentes. Não diferentes de um jeito ruim, mas que não tem medo de serem elas mesmas, de usarem as coisas que gostam por mais que todo mundo ache ultrapassado. Não tem medo de ousarem e simplesmente não se intimidam com os olhares tortos das pessoas, principalmente das vovós da pracinha que te acham uma super aberração pessoa meio estranha. (só pra constar, os emos bizarros do shopping ficam fora do meu conceito de gente diferente admirável u.u)
Não sei se é por morar onde moro que dificilmente vejo pessoas assim que me deixam admirada, talvez seja mais comum ver pessoas do tipo em grandes cidades como Rio e São Paulo onde existem não sei quantas mil culturas diferentes misturadas e tal. O fato é que às vezes as pessoas me parecem normais demais. Tentem reparar, por exemplo, no pé das mulheres nos ônibus, em sua maioria elas usam o mesmo estilo de sandalinha que é a última moda da estação, mas se alguma garota passar com um tênis verde fosforescente te garanto será assunto de fofoca.
Sabe, é bom fugir à regra de vez em quando.
Mas ok. Sei que não sou um belo exemplo de pessoa diferente que super foge à regra, e tale coisa e coisa e tale. Mas vai, pelo menos minha mochila pode ser considerada um tanto quando diferente. Pelo menos até hoje nunca encontrei ninguém que tivesse uma mochila com 12654345 de chaveiros e não sei quantos bottons igual a minha. Ou que pelo menos que não ligasse pro fato dela ser hiper barulhenta com seus “dlin dlins” de correntes, meio mundo (isso inclui tias) olhar de cara feia e perguntar se eu sou camelô. u.u
E quer saber? Eu realmente sinto falta de ver pessoas diferentes assim na rua. Acho que as pessoas andam precisando de um pouco mais de ousadia, porque sei lá, parece que a grande maioria tem medo do que os outros possam pensar ou falar da sua aparência ou das suas atitudes. Ou vai ver que todos gostam e se sentem bem do jeito que estão e eu que sou a estranha da história que fica pensando coisas absurdas. :~
Vai entender...




P.S: me desculpem pelos comentários ainda estarem acumulando, mas ainda não descobri como resolver isso. Se alguém souber como ajudar se manifeste please!

Sonhado por Lilian às 17:45 | |

03 Junho, 2008

O tipo de verdade que acaba com você.

Amizade é um negócio complicado. A maioria das pessoas acha um completo absurdo quando digo que praticamente não tenho amigos de verdade e que quase todos os que tenho moram a uma distância razoável para eu quase nunca possa vê-los. E é extremamente frustrante concluir isso depois de você ter passado pelo menos os últimos 13 anos achando que tinha conseguido construir um forte círculo de amizade a sua volta.
É frustrante pensar que quase todos aqueles “amigos pra sempre” e “pode contar sempre comigo” foram ditos da boca pra fora. Acho que eles nunca tiveram noção do real valor que essas palavras tinham. Pelo menos não na época em que foram ditas. Mas eu nunca esqueci delas, e as cartas e os bilhetes também não me deixam esquecer.
O mais engraçado é que quando você olha as cartas e fotos você pensa em como as coisas pareciam maravilhosas naquela época, você achava que aquilo ia durar pra sempre, que seus maravilhosos e fiéis amigos nunca esqueceriam de você (afinal eles prometeram isso). Mas os anos começam a passar, cada um vai pra uma escola diferente de repente, a distância entre vocês aumenta, mais 3 anos passam, todas terminam a escola, e finalmente cada um vai pra um canto. E de repente você percebe que o amigos para sempre já não existe mais e não há tecnologia ou 3 ruas que seja, que faça com que vocês se aproximem novamente como antes, agora são raros aqueles que ainda lembram que você existe e às vezes deixam um “oi” no seu orkut, ou simplesmente te cumprimentam quando a vêem na rua. E apesar da falta que você sente deles, você já está esgotada de correr atrás de quem não dá o devido valor a uma amizade que você prezou por tantos anos.
Vai ver que no final das contas eram todos apenas colegas de escola mais chegados com quem você conviveu tempo demais, porque um amigo de verdade mesmo, é muito mais do que eles foram e está acima de qualquer definição de dicionário...

Sonhado por Lilian às 18:35 | |

20 Abril, 2008

Aquele meu medo estranho.



Acho que todo mundo já teve ou vai ter algum dia medo de algo bizarro. Um dos meus desde sempre é falar ao telefone. Ok, mas não é puro e simplesmente medo de falar ao telefone. É uma coisa mais de época sabe? Digamos assim... ”em datas especiais”.
Na verdade eu adoro normalmente quando alguém me liga, mesmo sendo algo um pouco raro de acontecer é legal você poder ficar um tempinho jogando conversa fora, contando causos e acasos, ou até mesmo só pelo fato de saber o tom de voz com o qual a pessoa fala com você (já repararam como é bom sentir que a pessoa do outro lado da linha está sorrindo de verdade?). Enfim, é algo que eu gosto e que na maioria das vezes alegra meu dia...
Mas como eu disse, é algo um pouco raro de acontecer. Até porque nos últimos tempos, digamos que eu não tenho tido lá muitos amigos com quem posso conversar nem que seja sobre o tempo...
Até aí tudo bem. Chuchu beleza. Mas e quando o telefone toca sem parar em um dia específico, tipo no dia do seu aniversário?
Corram que vem telefonema por aí!
Pra mim é quase o fim do mundo, o botãozinho de “estou sem graça” se liga assim que o telefone faz o primeiro “triin”, é incrível como nunca sei o que falar. Aquele monte de gente resolve aparecer do nada pra te desejar feliz aniversário, e o máximo que você consegue responder é “uhum”, “ah brigada” “valeu”. E o mais engraçado disso tudo é que normalmente a maioria das pessoas só lembra de ligar pra você nesses momentos (quando você passa na universidade também entra na lista).
E quando eu penso que daqui à seis dias isso provavelmente vai acontecer de novo...Mas ok, eu prometo tentar ser legal.
Pelo menos outra dose dessa só ano que vem... :~



P.S: Comentários ainda acumulando, espero que não se importem...:/

Sonhado por Lilian às 16:56 | |

10 Março, 2008

O ócio cansa.

Quando alguém estuda como um condenado durante um ano inteiro, e tem que abrir mão de inúmeras coisas (incluindo claro, seus finais de semana), tudo isso por causa de uma - somente uma – vaga na universidade, e principalmente quando esse indivíduo consegue a tal vaga na universidade, umas férias de um mês, até dois, são mais que merecidas. Porém, quando não se tem nada de muito útil para fazer esses dois meses se tornam uma eternidade, além de extrema tortura claro. Imagine então uma pobre criatura obrigada a ficar de férias forçadas por seis meses, é de surtar!
Para começar, minhas férias nos últimos tempos não foram lá grandes coisas, raras as vezes em que eu viajava, e normalmente era sempre pra roça, mas nos últimos anos até isso está difícil. Vez ou outra só que posso dizer que foram “du balaco baco”. E além do mais, sempre tive um pequeno problema mental de mal mal acabarem as festas de final de ano, não ver a hora de voltar para a escola. Vai entender.
Ficar em casa à toa vendo que meio mundo já voltou a estudar ou a trabalhar é extremamente torturante. Eu não nasci pro ócio, acreditem. A mais de mês ando inquieta, entediada, sem a mínima vontade de fazer o que quer que seja, por mais que seja algo que eu ame fazer (como o meu artesanato). Isso tudo é tão chato. Sinto-me presa, extremamente deslocada e isolada daquele mundinho que existe além do muro de casa. Sinto falta das pessoas, do movimento das ruas, e até dos ônibus sinto falta. Necessito urgentemente de algo que me dê ânimo, me alegre e me tire dessa vida só de morgação se é que essa palavra existe e tédio. TV Globinho e seus desenhos repetidos já deram. Alguém passe Carmem San Diego!
É sério. Quando se tem tempo demais à toa, você acaba tendo tempo demais pra pensar em coisas inúteis, e com isso você acaba achando até que a Máfia Italiana conspira contra você. Problemas e “feridas” (as famosas crateras que às vezes ficam no coração e que pavimentação nenhuma resolve) do passado voltam com uma freqüência extraordinária à nossa cachola e ficam ali martelando com insistência até que quando você menos espera, está lá no seu travesseiro limpando os canais lacrimais. Você sente dores por toda parte, a garganta parece estar sempre seca, o cabelo começa a cair mais do que o normal, insônias são muito mais freqüentes, brotam espinhas, uau!, os dias são se tornam os mais longos e quentes possíveis, e até as tarde e noites no msn não são mais tão atraentes como eram antigamente (principalmente comparadas à época em que você mal tinha tempo para respirar, porém inúmeras histórias pra contar).
Dois meses de tortura já foram, mas sinceramente, não sei como vou agüentar os próximos cinco, isto é, se vou agüentar. Até lá, por mais difícil que esteja sendo isso, vamos tentando levar a vida o mais razoável possível e se esforçando para não surtar a qualquer momento (aquela mesma sensação horrorosa que era sentida na época na 2ª fase do vestibular).
Qualquer idéia ou dinheiro para fazer um intercâmbio cultural de 3 meses na Europa são sempre muito bem vindos.

Sonhado por Lilian às 20:50 | |

01 Março, 2008

Um adeus ao passado.

Não sei quanto a vocês, mas aqui em casa sempre que chega o período de férias, minha mãe resolve fazer uma faxina geral na casa, que eu prefiro chamar de “A temida faxina de verão”. Como aqui a nossa casa é relativamente grande, há um espaço ainda maior para acumular papeizinhos e coisas velhas. É um tal de trocar móveis e coisas de lugar e jogar no lixo tudo que não terá mais utilidade fora de sério.
Eis que na última grande faxina, realizada a pouco mais de um mês, eu me vi diante de um "problema” que a muito eu vinha evitando. Eu ainda tinha muitos cadernos e papéis velhos guardados, como por exemplo, os caderninhos e os desenhos da primeira série, vocês tinham que ver, meus desenhos eram cofcof primorosos. Uma artista nata! Mas não é exatamente do meu dom artístico que eu quero falar. Na verdade, não foram só os caderninhos e os desenhos da primeira série que eu guardei. Guardei também os da 2ª, 3ª, 4ª...até finalmente chegar nas minhas coisas do 3º ano e do pré-vestibular. Será que vocês têm idéia do tanto de papel que eu tinha guardado aqui? Se não tem acreditem em mim, era muito.
Mas vocês podem me questionar: ”Oras! É só papel!”. Sim, a primeira vista pode ser só um monte de papel com letras garranchadas, mas sempre fui uma pessoa com péssima memória, mal lembro o que comi antes de ontem...da minha infância então lembro apenas de um momento ou outro que ficou perdido pela minha cabeça (invejo minha irmã que lembra de cada detalhe da dela...), por isso eu prezava tanto aqueles papéis. Ali estava registrada toda a minha infância, e me trazia por vezes, boas lembranças. Mas haja espaço pra guardar tanto papel. No final das contas tive que me livrar de tudo, ou quase tudo, afinal uma coisa ou outra sempre dá pra guardar. E não foram só dos papéis que eu tive que me desgrudar, muito brinquedos também se foram, até porque acho que já passei da idade de brincar de comidinha e bolinho de lama. :~
Sei que é besteira ter um apego tão grande por essas coisas, mas isso ainda faz parte da Lilian. Uma garota de memória fraca, apegada demais ao passado, e que não gosta ou simplesmente tem medo de mudanças. E convenhamos, coisas assim não mudam da noite pro dia. Mas quem sabe essa faxina já não seja um bom começo.


PS: A criatividade para um segundo post decente foi ali na esquina e já volta.

Sonhado por Lilian às 15:36 | |

22 Fevereiro, 2008

Mi casa, su casa

Ladies and gentlemen! (se sente a locutora de um espetáculo)
Depois de quase dois anos, muitas brigas e murros no computador. Muito par ou ímpar com o blogger pra ver quem levava a melhor. Tardes e noites em claro drama tentando compreender aqueles códigos complicados. Horas a fio procurando algo útil na internet que pudesse ajudar. E depois de muito rebuliço, e muito atormentar uma certa menina, desesperada atrás de ajuda, meu blog finalmente renasce!
A idéia surgiu logo depois das comemorações das minhas felizes 15 primaveras, mas originalmente tinha o belo nome de “No dijavã”, e não, eu não sou fã do Dijvan muito menos sou analfabeta. Mas procede que na tal festa do meu aniversário havia um belo divã, e minha prima o apelidou de “dijavã” (sabe-se lá Deus porque). E como na época eu de vez em sempre dava uma de psicóloga ou conselheira amorosa (não que meus conselhos sejam dos melhores, mas dizem que sou ótima ouvinte), acabei me transformando numa conselheira dijavãnica, e a idéia pegou. Porém quando estava quase tudo pronto o código deu pra encrencar, e acabei “desistindo” da tal idéia.
Vez ou outra eu lembrava do benedito (como diria minha mãe), tentava uma coisa nova, photoshopava aqui e ali alguma coisa, mas não conseguia dair daquilo.
Mas sabe, acho que foi até melhor. Talvez naquela época eu ainda não tivesse nada muito interessante para escrever.
O tempo passou, a cabeça mudou bastante hum, realmente me parece maior... , e acho que já passou da hora de ter meu próprio cantinho pra chorar pitangas, xingar o governo e tudo mais. E aqui me sinto muito mais à vontade que no fotolog, diga-se de passagem, obrigada.
A conselheira e seu dijavã voltaram agora em nova versão, mais sonhadora, mais menina, e num ciano extremamente predominante. (por milagre nada de laranja ou azul)
Então fiquem à vontade, as consultas são por conta da casa e o pote de balas você encontra à direta.




P.S: Apresentações nunca foram meu forte. :~
P.S¹: Os arquivos ainda não estão funcionando, deu pra ser temperamental...paciência pessoal...
P.S²: E por favor, ignorem meus erros de pontuação, gramática também nunca foi meu forte. :~
P.S³: E um super mega blaster master obrigada a Cláu, por toda a paciência e ajuda que me deu nos últimos dois anos para que esse bróg saisse do lindo mundo da imaginação papel e se transformasse em realidade.

Sonhado por Lilian às 02:10 | |

Todos os direitos reservados. Copia? Morre ù_u. =P~



~ Sobre

Uma universitária de 18 anos que está no meio do 3º período, e que atende pelo nome de Lilian. As vezes acha que é Mary Poppins, e só porque é levinha e sua sombrinha super azul estilosa, vai sair por ai voando no primeiro vento que bater. Sua fiel mochila como num passe de mágica, comporta coisas incríveis. Ama mundos mágicos e seus Potter's. (e também vampiros em Volvos prateados) Legionária de carteirinha e fascinada por CD's. Amante da música e do cinema. Não acredita mais tão convictamente em contos de fada. Taurina não chifruda u.u, das mais teimosas. Tem gênio forte. Adora sonhar.

~Voltando às origens

Devaneio, s.m. Ato de devanear; sonho; fantasia; delírio; divagação; quimera.

~ Achados e perdidos

A amiga escritora, apaixonada por Burton's, Depp's e listras. O melhor super herói. A amora carioca. A meNina apaixonada por ruivos. A meninë vestibulanda que fala francês. *-*

Primo escritor e poeta, dono de um sorriso encantador. (: A conterrânea companheira de moqueca. A Sr. Potter Fonte mágica de amigos! A fonte mágica de imagens supimpas!

~ A mochila mágica

Quer tricotar? Adiciona: lilian_albani@hotmail.com. Mas não seja apenas um nome multicolorido piscando. Só se você tiver estômago forte. :~

~ Papelera


Outubro (1)
Agosto (1)
Junho (2)
Abril (1)
Março (1)
Fevereiro (1)

~ Sonharam por aqui:

~ Créditos


By Cláu, a padrinha mágica 8D. E by Lilian, a super desocupada.